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Corporação Musical Senhor Bom Jesus
A Corporação Musical "Senhor Bom Jesus", foi reorganizada em 15 de novembro de 1940. Nesta mesma data foi lavrada a primeira ata. Esta primeira reunião foi realizada no locutório do Convento dos Padres Redentoristas e estavam presentes os Reverendíssimos Padres Vicente Zey e João Muniz, este secretário do Santuário, Dr. Alberto Teixeira dos Santos Filho, Prefeito Municipal na época, e os membros: Sr. José Timóteo Machado, Sr. João de Oliveira Vasconcelos, Sr. Avelino Santiago de Barros, Sr.José Bernardino de Vasconcelos e Sr. Antônio Anastácio Leão, membros da comissão diretora que regiam o destino da Corporação Musical "Senhor Bom Jesus", e também os associados, músicos e alguns admiradores. O Dr. Alberto Teixeira dos Santos Filho, iniciou a reunião, na qualidade de Prefeito Municipal e agradeceu a presença dos Reverendíssimos Padres Vicente Zey e João Muniz, da Comissão Diretora da Banda Senhor Bom Jesus e demais associados músicos presentes.
Em vinte de novembro de 1940, foi empossada a seguinte Diretoria: Presidentes de Honra Padres Vicente Zey, João Augusto Combat e Dr. Alberto Teixeira Santos Filho. Presidente Joaquim Rodrigues de Brito, Vice-presidente José Antônio Pereira, Secretário Odorico Martinho da Silva, Tesoureiro Juvenal de Freitas Ribeiro e Orador Oficial João Paulo Arges. Esta diretoria comandou os destinos da Corporação durante vários anos.
Posteriormente ocuparam o cargo de Presidente da Corporação os Senhores Agostinho Catarino de Barros. Atualmente, o Sr. Geraldo Magela de Jesus é o responsável pela Corporação.
Desde sua fundação, em 1940, havia encontros dos músicos semanalmente para ensaios.
Em 15 de dezembro de 1950 houve uma reunião muito significativa para a corporação: a aprovação Estatuto. Este Estatuto foi registrado em 26 de outubro de 1957. Desde então não houve nenhuma alteração. No decorrer de sua existência, a Corporação Musical Sr. Bom Jesus vem abrilhantando festas religiosas e civis de Congonhas.
Coral Canto Livre
Em 04 de maio de 1988, o coral da Fundação Municipal de Cultura Lazer e Turismo (FUMCULT) iniciou seus trabalhos. O coral nasceu de um pequeno grupo de pessoas amigas. Em 1989, o coral participou da Oratória "O Mesias", a partir de 1991, o coral se deslanchou, passando a se chamar Coral FUMCULT, contando com o apoio da Fundação Cultural de Congonhas.
Em 1997, por questões de sonoridade do nome e mudanças na Fundação de Cultura, passou a se chamar Coral Canto Livre. Atualmente, o coral é mantido pela Prefeitura Municipal e pela FUPAC - Fundação Antônio Carlos. (anexo)
Grupo Força
O Grupo formou-se em 1980 e é composto pelos congonhenses José Nilson, Carlos Augusto, Zezinho, Wilson e William. Suas características musicais mais marcantes são a busca do moderno e a manutenção do regionalismo - unindo tendências antagônicas - reconhecidas pelo seu público.
Nas suas andanças pelo interior de Minas e em suas participações em Festivais, o "Grupo Força" já conquistou 32 prêmios. Em 1984 participou de um programa sobre cidades históricas, produzidas pela Fundação Roberto Marinho em que duas de suas músicas foram adaptadas à trilha do programa "Nobre Terra e Dissabores". Em 1989, o grupo teve sua primeira apresentação profissional no Cabaré Mineiro. No lançamento do disco "O Melhor dos Festivais de Minas", promovido pelo governo mineiro, através da TURMINAS, uma de suas faixas, "Água de Cântaro', do Grupo Força, recebeu o prêmio de "Melhor Arranjo".
A música do "Grupo Força" carrega as raízes tipicamente mineiras, e no trabalho vocal o grupo apresenta uma forte influência barroca, como não poderia de ser, por serem todos os seus integrantes nascidos e criados no ambiente da arte e da religiosidade de Congonhas.
O Grupo Força já fez apresentações em espetáculos teatrais, em 1990, na peça "Canção do Exílio Aqui"; em 1981, na peça "Liberdade, Liberdade" e em 1982, na peça "Dentro da Noite Veloz", todos em Congonhas.
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