untitled
HISTÓRIA

- Origens históricas
- Denominação
- Os primeiros habitantes

PATRIMÔNIO
TURISMO
CULTURA
O TERRITÓRIO

POLÍTICA E ECONOMIA

GERAIS
O QUARENTÃO


O nome Quarentão nasceu da circunstância de Congonhas festejar, em 1978, quarenta anos de emancipação política, que foi sacramentada pelo decreto-lei número 148, de 17 de dezembro de 1938.
Foi encontrado no Carnaval o momento propício para comemorar este fato histórico, e concomitantemente, promover uma participação autenticamente popular.

Conferida ao Carnaval esta missão, fazia-se necessário idealizar a representação material do prêmio ao vencedor da disputa. Um símbolo, de um aspecto sensível que realmente fosse o catalisador de toda energia e vocação do povo de Congonhas para uma festa como o Carnaval. Um troféu que falasse de Congonhas, que não só representasse as festividades carnavalescas em si mesmas, mas acima de tudo, trouxesse em seu bojo a síntese de Congonhas. Analisando os aspectos históricos e sociológicos chegou-se à conclusão de que deveria ser um troféu que batesse com a existência da cidade, desde 1696, quando Congonhas passou a se manifestar como um aglomerado de pessoas. No troféu, então, estavam ornando as folhas de congonhas e os ramos de café; presente o aspecto místico e religioso através da cartela que existe na Basílica Bom Jesus, no frontispício da parte baixa do adro. Para universalizar mais, tínhamos a cédula de dez cruzeiros, onde apareciam os profetas Daniel e Jonas. Olhando todos esses enfoques, Sander Gomes Pereira (Chefe do Departamento de Turismo, então) propôs uma montagem, que foi idealizada pelo artista Francisco Senra (Paquito).

A fundição em bronze foi realizada pela Indústria de Placas Minas Gerais Ltda. A realização saiu esplêndida, embora com um grave inconveniente: nada de brilho. Lançada a crítica, o pessoal caprichou no polimento que fez da peça a maravilha que todos conhecem. O suporte, feito em ipê, foi feito pelo proprietário da Carpintaria Américo Vespúcio, de Belo Horizonte, um especialista na área.

Foi estipulado que a posse do Quarentão só seria definida com a terceira vitória, a fim de criar no povo a motivação da disputa e o aprimoramento da mais alta sensibilidade, para que o Carnaval fizesse desabrochar a verdadeira vocação, que é , de Congonhas.

No dia 13 de fevereiro de 1983, defendendo o enredo "Criação da Noite", engendrado pelo fabuloso Aroldo, a Jacuba fez com o Quarentão um pacto de eterna união. O perfeito desfile da Encantada mostrou o que era necessário para levar para casa o símbolo da alegria e do trabalho, da farra e do pensamento, da brincadeira e da dedicação.
- Jacuba - 1978
- Matriz - 1979
- Jacuba - 1980
- Mocidade - 1981
- Matriz - 1982
- Jacuba - 1983
Fecha-se a peregrinação do Quarentão.

Para Rosalvo Braga, "esse majestoso prêmio marcou a confluência ficção x realidade: disputado em plena vigência da ilusão, registra materialmente a vitória. O Quarentão foi indiscutivelmente o móvel para extremos esforços de todas as escolas que sonhavam tê-lo em seu poder".

- VOLTAR -

 


Web Hosting · Blog · Guestbooks · Message Forums · Mailing Lists
Allwebco Web Templates · Build your own toolbar · Site Building Articles · Audio, Fonts, Clipart
powered by a free webtools company bravenet.com